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Pandora Nº 1
Novembro de 2007
"A aula de meus sonhos"
Pandora Nº 3
Agosto de 2008
"Os poemas de Jose
Bruno Linares"
Pandora Nº 5
Novembro de 2008
"As virtudes na
sala de aula"
Pandora Nº 7
Junho de 2009
"Razão & sensiblidade
em sala de aula"
Pandora Nº 9
Agosto de 2009
"Educação, Mídia e Cultura"
Pandora Nº 11
Outubro de 2009
“Latino-América: a dinâmica educacional”
Pandora Nº 13
Dezembro de 2009
"Aristóteles"

Pandora Nº 15
Fevereiro de 2010
“Friedrich Nietzsche por Ângela Zamora”

Pandora Nº 2
Junho de 2008
"A se eu fosse..."
Pandora Nº 4
Setembro de 2008
"Homenagen aos dez anos do curso de Filosofia Mackenzie"
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Março de 2009
"Violência"

Pandora Nº 8
Julho de 2009
"Filosofia Medieval"

Pandora Nº 10
Setembro de 2009
"Fragmentos de Ternura, Filosofia e Desterro"
Pandora Nº 12
Novembro de 2009
"O Duplo"

Pandora Nº 14
Janeiro de 2010
"Miguel de Unamuno"

Pandora Nº 16
Março de 2010
“Mulher e Poesia: o
desvendar da sabedoria
e do sentimento”
Revista Pandora Brasil Nº 10
Setembro de 2009
ISSN 2175-3318


"Fragmentos de Ternura,
Filosofia e Desterro"



Em 2006, na 19º Bienal Internacional do Livro de São Paulo, foi lançado o livro “Fragmentos de Ternura, Filosofia e Desterro”. Essa obra era uma edição bilíngue (espanhol - português) dos contos e poemas de Jorge Jorge Luis Gutiérrez.

A Revista Pandora em seu edição Nº 10, de setembro de 2009, publica na integra os contos e poemas desse livro.



"Eis nos contos e poesias através destas páginas, fragmentos não só de ficção e ternura, envoltos pelo manto da poesia; Fundidos a eles estão a terra natal do autor, o sol, o deserto, a estação de metrô, e um cotidiano emaranhado, muitas vezes incompreensível e inusitado, complexo e descontinuo.

Nesse palco repleto de lirismo e sensualidade, o autor espalha fragmentos de si próprio, fazendo-se acessível ao leitor.

Aqui, ao abrir seu deserto, Jorge Luis Gutierrez convida-nos a abrir o nosso próprio, com nossos próprios sóis, ou quem sabe outonos com nossas próprias folhas.

Às vezes, é através da ficção ou da poesia que algumas verdades são ditas, ainda que fragmentadas..."

(Texto da primeira orelha do livro)